E quando urge a vontade pela busca e esta se torna incessante, do que nem sabemos muito bem o quê, que nos leva a viajar para dentro de nós mesmos, procurando em cada rua, em cada esquina das memórias, nos resquícios da existência queimada pelo tempo, evocando lugares e pessoas que nos acordam sentimentos adormecidos e nos permitem reviver instantes impossíveis de descrever porque só nós os vemos como vemos e como os queremos ver(os outros não os enxergam e mesmo que enxergassem não quereriam saber), tornamo-nos felizes sem sabermos que era esse afinal, o grande motivo da nossa alienada busca.